Eles dançam na barriga das mães

No calendário, as festas se estendem pelo ano inteiro. São comemorações que relembram as tradições negras desde a época da escravatura e mantém estes descendentes, os Arturos, unidos pelo seu nome, seu povo. Mesmo distante, já é possível ouvir os sons das vozes e a batida dos tambores dos Arturos vindos da igreja onde o encontro é realizado. Os Arturos são uma comunidade quilombola, basicamente familiar, constituída por cerca de 500 pessoas que residem numa propriedade coletiva no bairro Alvorada, município de Contagem – MG. Jorge Antônio dos Santos, 41, representante e porta-voz da comunidade dos Arturos diz, em uma conversa franca na mesa de refeição da casa paterna, “É preciso preservar o passado, agarrar ao presente e projetar o futuro”.

A Festa da Libertação ou da Abolição da Escravatura, que comemora a Lei Áurea, é realizada no dia 13 de Maio e nas festividades até as roupas utilizadas pelo grupo conservam as tradições negras. Após a missa, sob um sol escaldante, os grupos saíram pelas ruas da praça e começaram a caminhada em direção à comunidade, que se encontra a cerca de 1 km de distância da Igreja de Nossa Senhora do Rosário. Todos os grupos em ordem, vestidos com suas roupas tradicionais de festas. Os Arturos fechavam a procissão com ordem e maestria. Vestindo saiote azul claro sobre calça branca – cores que homenageiam Nossa Senhora do Rosário -, com terços, rosários e colares entrelaçados no pescoço, blusa branca e uma espécie de toca feita de pano azul, todos os integrantes da guarda seguiam entoando seus cantos. Até mesmo “Seu” Antônio Maria da Silva, 74, Capitão Regente e filho de Artur Camilo Silvério, patriarca que dá nome à comunidade, com a saúde debilitada, fez o trajeto empurrado numa cadeira de rodas.

Um arco escrito “Comunidade dos Arturos” indica a chegada no local. Similar a uma vila, cheia de casas que têm como centro uma capela. Já passado o meio dia todos se dirigiam à cozinha e às varandas com mesas, onde eram recebidos por Dona “Xuxu” e mais meia dúzia de cozinheiras que serviam o almoço. A comunidade inteira se envolve com a festa.

“Seu” Mário Brás da Luz, 76, Capitão-Mor e também filho de Artur Camilo, diz que hoje na barriga da mãe, o menino já sabe cantar, já nasce com amor ao congado, à dança. Amor esse que durante toda vida é transmitido por gerações anteriores através de historias contadas e da iniciação doas crianças e dos jovens nos grupos de dança e na guarda. Dessa forma, as gerações mais antigas tentam mostrar para os jovens a importância deles dentro da comunidade e vencer o desinteresse de alguns em relação a cultura Arturo. Esse desinteresse é fruto do contato das crianças e dos jovens com outros não pertencentes à comunidade.

As festas são esforços da comunidade dos Arturos para a manutenção da cultura e tradição de seu povo, que envolvendo religião, dança e música ajudam na preservação de suas raízes culturais. A comunidade toma como direcionamento para esta luta pela preservação as palavras de “Seu” Antônio: “Enquanto o ramo é novo e maleável é possível direcioná-lo. O tronco depois de crescido, se torto, só machado.” Sendo o jovem ferramenta da continuidade da identidade cultural do povo negro e da história da comunidade dos Arturos, nele é lapidado todo interesse por sua origem e a preservação dela.

MANUTENÇÃO CULTURAL
Até o ano de 2005 a cultura e a tradição da comunidade foram mantidas por doações da Irmandade Nossa Senhora do Rosário, em que membros da comunidade colaboravam com um valor simbólico. Os Reis Festeiros, pessoas devotas aos santos, cobriam as despesas das festas quanto à alimentação. Com o crescimento da comunidade as doações era a principal ajuda e hoje aproximadamente 1500 pessoas participam das celebrações religiosas. A partir dessa data as doações e as mensalidades não eram suficientes para cobrir gastos da comunidade como transporte, alimentação, instrumentos musicais e material para divulgação, essenciais para a produção desses festejos religiosos. Junto à prefeitura de Contagem, através da Secretaria de Cultura do Município, foi criado um convênio de fundo ao incentivo a cultura para cobrir esses gastos. Apresentações artísticas e religiosas também ajudam na renda mensal da comunidade, resultando, por exemplo, na gravação de um CD-Livro de congado recentemente no Rio de Janeiro.



Fotos: Fernanda Lambertucci

Trecho de 1 minuto de faixa do CD-Livro “Cantando e Reinando com os Arturos”:

Trecho de vídeos das festividades na comunidade dos Arturos:

Verbo Digital


Quantos alunos passam pela universidade por dia? Se pensarmos, reduzindo o campo, para a Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-MG, serão centenas e talvez milhares já passaram. São pessoas dos mais variados núcleos e de gostos infinitos. Fazem parte do Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas. Têm dezenas de aulas por dia e projetos realizados para elas nos campos de vídeo, rádio, impresso, TV e internet. É um processo colaborativo que se aproxima de uma plataforma inovadora, muito usada por novas mídias, onde ocorre o jornalismo cidadão. Para este fim, foi criado o Verbo Digital. Este projeto, criado pelos professores Caio, Lorena e Alexandre, pretende experimentar, produzir, apresentar e informar o público, juntamente com sua participação e colaboração. De acordo com o Verbo Digital, podem ser postados trabalhos, acadêmicos ou não, de alunos ou professores. Podem ser postados resenhas, artigos, fotos, vídeos, podcasts, reportagens, entrevistas, programas, projetos, planejamentos, campanhas, pesquisas, spots, jingles, dissertações etc. Eventos técnicos e científicos também podem ser postados. No último dia 16, um seminário apresentando as pesquisas de projeto experimental e mestrado, tinha como um dos temas a Comunicação Colaborativa. Os alunos Alisson Pereira Santos, Cristiane Alane Borges Alves, Diogo Ruas Santos, Karylen Abgail Soares Pereira, Lucia Fontes Gontijo, Priscila Salles Vianna de Paula e Roberta Assis Oliveira desenvolveram pesquisa sobre o blog da Petrobrás com o objetivo de destacar sua contribuição para a comunicação colaborativa no contexto organizacional.
Segundo o Jornalista e pesquisador de mídia eletrônica, Carlos Castilho, “o fenômeno do cidadão-repórter não é novo e nem um privilégio de nações ricas”. Este pode ser o caso de alunos que produzem e experimentam sua condição de cidadãos antes mesmo de jornalistas, publicitários ou relações públicas. Suas experiências diárias, reflexões e produções de conteúdos podem se tornar discussões publicadas que nasceram e problematizam espaços fora do Campus, num processo amplamente colaborativo.

A copa será nossa?

Dois meses após a visita da equipe técnica do Comitê Organizador da Copa do Mundo da Fifa Brasil 2014, que vistoriou o Complexo Esportivo da PUC Minas para um estudo das instalações disponíveis para treinos de seleções durante o próximo mundial e a expectativa permanece. A visita para a inspeção dos candidatos a se tornarem Campos Oficiais de Treinamentos (COTs) durante o Mundial de 2014 e a Copa das Confederações de 2013, foi realizada no dia 8 de fevereiro, e contou com uma equipe técnica composta por um especialista em gramados e outro em instalações de estádios, além do gerente de competições do comitê organizador da Fifa, Frederico Nantes.

Hoje, tanto na cidade de Belo Horizonte como no resto do estado, grande parte da população não consegue identificar estrutura suficiente para abrigar um evento de tamanha magnitude e as dúvidas sobre os prazos para construções e adequações às recomendações da FIFA, crescem. Estas dúvidas percorrem o dia-a-dia dos homens e mulheres mineiros em suas casas, trabalhos e nas ruas da capital. “Não sei como esperam ser possível colocar mais que o dobro de pessoas numa cidade onde o trânsito, hoje, já não anda”, comenta o taxista Fernando Mota, 56. “Acho que a cidade vai ficar um caos e todos vão para as cidades metropolitanas e o interior”, completa.
“No começo, o povo acha que vai ser tudo uma maravilha e depois, além da bagunça, paga as contas” comenta o porteiro Reginaldo Silva, 59. Ele ainda se mostra decepcionado com a atual situação do transito e do transporte público na capital mineira: “Hoje, já está uma luta pra pegar ônibus e chegar em casa. Imagine com mais gente aqui” acrescenta.
Mas ainda há quem destoe e acredite num amanhã tranqüilo durante e após a Copa do Mundo. A faxineira Neide Sampaio, 45, tem esperanças que se completem as obras, fazendo cumprir as promessas dos políticos no lançamento da candidatura de cidade sede. “Tomara que melhore tudo aqui né. Que BH faça papel bonito e que a cidade melhore pra nós depois”, diz.
A PUC Minas espera contribuir em âmbitos, tanto estruturais, profissionais e acadêmicos, para o melhor desempenho de todos os atletas e suas respectivas delegações que vêm para o Mundial. “São áreas vinculadas à educação, à academia e é importante ter esse vínculo também, do esporte com as universidades, aproveitando as estruturas de fisiologia e fisioterapia, educação física”, disse Tiago Lacerda, presidente do Comitê Executivo Copa do Mundo da Fifa 2014 Cidade-Sede Belo Horizonte, em entrevista à Rádio Itatiaia.
Também na mesma linha, Márcia Campos Ferreira, coordenadora do Complexo Esportivo diz que: “Em um momento tão importante do cenário esportivo, a PUC Minas coloca à disposição não apenas suas instalações físicas, mas também toda sua comunidade acadêmica”.

E ainda, o Gestor do CEP (Complexo Esportivo PUCMinas), Antônio de Pádua, fala sobre esse tema: “É lógico que é interesse da Universidade, sempre, que a questão acadêmica seja valorizada e empenhada para a formação do seu aluno”. Ele também fala de pontos negativos, o processo de escolha desses centros de treinamentos, da expectativa, das estruturas, se Belo Horizonte está ou não preparada e muito mais. Você pode conferir abaixo, na íntegra, o áudio da entrevista.

http://www.4shared.comfileAyXet4N8entrevista_CEP.html

Veja também:
– FIFA: http://pt.fifa.com./
– CBF: http://www.cbf.com.br/
– Prefeitura de Belo Horizonte: http://portalpbh.pbh.gov.br/pbh/
– PUCMinas: http://www.pucminas.br/destaques/

Adriano e mais uma volta?

O jogador Adriano, o Imperador, volta mais uma vez de sua transferência para o futebol italiano e pode jogar pelo Corinthians. Agora cria-se uma discussão errada por parte da imprensa a respeito de sua vida privada e não de sua vida e condições profissionais e sua contribuição ou não para o clube.



Crônica aos desesperados

Quando tudo e todos, em uma semana, me chamaram de burro.

Já foi tantas vezes dito, em tantos meios quanto você possa imaginar, que “quem não faz, leva”. Essa é uma máxima do futebol, claro, mas tenho outras preocupações. Hoje, bem como se foi o dia voando, aquele ‘deadline’ me encara da esquina somente esperando que eu não cumpra esta obrigação. Com a mesma rapidez, tenho certeza de que se não a cumpro, levo um enorme e gordo zero!

Sinta-se a vontade para discordar em toda e qualquer parte desta crônica, pois, não vejo meu ponto de vista tão afiado que não possa se desenvolver em mais algumas semanas. Acontece que meu pouco tato para certos assuntos me envergonha mais uma vez. Era de se esperar que baixando o tal ‘FeedReader’, e eu que pensei que iria me dar bem com o tal, a produtividade aumentasse. Pelo contrário. Confuso! Não sei se por pura ignorância minha e/ou por uma interface transviada, eu não consegui fazer nada do que queria. Este programa simplesmente me deu suas opções de seguir informações programadas que eu escolhesse de seu ‘cardápio’ ou nada. Exatamente! Não consegui nenhuma mísera escolha minha para as coisas que EU queria. Bom. Se não me dou bem, parto para outra.

O ‘GoogleReader’ não chega a ser o meu oásis, mas foi bem mais convidativo para que volte mais e mais vezes. Pelo menos não se impôs tanto que eu não pudesse escolher o que na verdade, eu mesmo queria. O que eu mesmo quero? Essa discussão é tão mais complexa que fica para uma próxima. Digamos que eu, pelo menos consegui interagir e escolher meu pouco e mísero gosto por certas notícias. Escolhi e espero que com mais tempo ele me entenda melhor. E me empurre menos. Sou um pobre interiorano impressionado com a capital e deslumbrado com o álcool e as mulheres.

Interessante saber, e por saber você precisa procurar, ou acaba votando em alguém que possa estar te comprando, que suas notícias não estão pura e simplesmente jogadas na rede. Estes e quaisquer outros mecanismos que você encontrar para que facilite sua leitura e conseqüentemente sua vida, é válido. Se não gostou, ou se gostou, mas não se adaptou, ou se adaptou, mas é um chato que não quer ‘dar o braço e nada mais a torcer‘, faça o que sempre fez e não se incomode por não por agora. Tempo é o que mais temos e perdemos. Só não fique parado, pois em um segundo, hoje, são feitas as mais espetaculares ultrapassagens.

DENGUE PREOCUPA O SÃO GABRIEL

Jornal Marco279

JULIANA CRISTINA, 7º PERÍODO

Para tentar diminuir o alto índice de casos de dengue no Bairro São Gabriel, que coloca a Região Nordeste em estado de alerta, o Levantamento de Índice Rápido fornece agente que vistoriam as casas, além de realizar pesquisas que auxiliam no combate à doença.

De acordo com dados disponibilizados pelo Ministério da Saúde o município de Belo Horizonte este ano teve um índice de infestação predial de 0,9% no L.I.R.A. O padrão considerado satisfatório é menor que 1%. Mas, a coordenadora dos agentes de combate às zoonoses no Bairro São Gabriel, Rosângela de Souza Porto, alerta que para o mesmo índice o local apresentou um valor de 2,9%. “É muito alto se comparado à capital, o que coloca a Regional Nordeste em alerta”, enfatiza.

Rosângela Porto explica que a sigla L.I.R.A significa Levantamento de Índice Rápido, sendo executado por agentes de combates às zoonozes em todos os municípios brasileiros. Em Belo Horizonte, a pesquisa é feita em todas as regionais em uma mesma semana.

Segundo ela, o L.I.R.A têm como objetivo avaliar o trabalho de rotina da equipe de combate às endemias e motivar a colaboração dos moradores para acabar com os focos do mosquito Aedes Aegypti.

Neste tipo de pesquisa apenas 5% dos domicílios são vistoriados para verificar se há focos de dengue. O agente entra na primeira casa e salta vinte e depois entra na vigésima primeira, assim sucessivamente até atingir os 5% de residências de todo o bairro. Caso o agente encontre larvas ou pupas ele coloca cerca de dez em tubículos de vidro e as envia para análise laboratorial para saber se é mesmo larva ou pupa do Aedes Aegypti.

Segundo Rosângela Porto, este levantamento é importante para dar visibilidade se há vetor causador da dengue na região. “Por outro lado se derem negativas as amostras isto não significa que não há Aedes Aegypti. Ele pode estar nas casas não cobertas pelo L.I.R.A. Infelizmente todas as amostras para o L.I.R.A do São Gabriel deram positivas” revela.

A Prefeitura de Belo Horizonte realizou, no período entre 16 e 18 de novembro, no Bairro São Gabriel, o serviço de ‘bota fora’ em que um caminhão recolhe materiais de grande volume que não são recolhidos pela coleta de rotina de lixo feita pela Superintendência de Limpeza Urbana (SLU).

Márcia Aparecida Moreira, 38 anos, moradora do São Gabriel, aproveitou a oportunidade e dispensou um sofá desgastado e dois tambores enferrujados ”Não tem jeito a gente acaba acumulando estas coisas que não prestam no quintal. É preciso estar muito vigilante mesmo porque se não vai dar muitos casos de dengue,” reflete Márcia Moreira.

Dos 43 casos negativos, 19 das amostras de sangue foram invalidadas. Além disso, 194 pacientes não retornaram ao serviço de saúde com o resultado de sorologia para dengue, exame que define se foi ou não acometido pela doença, assim o número de pessoas que tiveram a doença pode ter sido maior do que se tem registrado.

Rosemary dos Reis auxiliar de enfermagem da unidade explica que o exame de sorologia não é útil para o tratamento da pessoa com dengue, mas enfatiza a importância dele para dados estatísticos e para vigilância epidemiológica ”Este exame serve como referência de qual área está tendo mais casos da doença, portanto aponta para onde as ações devem ser direcionadas.

Além de dar a certeza ao paciente que ele teve dengue, portanto com um risco maior de ter hemorragia, caso tenha a doença novamente, embora na primeira infecção já possa apresentar complicações” explica a auxiliar de enfermagem.

Ainda de acordo com Rosemary dos Reis, o exame de sorologia é pedido a partir do sexto dia da doença, pois é neste período em que o vírus é detectado circulando no organismo. Segundo a profissional da saúde, na primeira consulta o paciente com sinais e sintomas de dengue faz um exame laboratorial de urgência, o hemograma, que serve para detectar e avaliar o número de plaquetas. E enfatiza o quanto é importante o paciente retornar no quinto dia ou no primeiro dia de melhora da febre para avaliação. “Quando o paciente pensa que está bem, aí pode ser o ponto mais crítico da dengue, porque na passagem de um estado febril, se a temperatura cai de uma vez, o paciente pode ter um choque”, explica.

Vanda de Fátima Ferreira da Silva, 54 anos, e o filho dela Diego Ferreira da Silva, 24, fazem parte das estatísticas de pessoas do bairro São Gabriel que tiveram dengue em 2010. Eles foram acometidos pela doença em março deste ano. O filho não teve complicações, mas a mãe, no entanto, teve dengue hemorrágica e foi hospitalizada. “No primeiro dia senti sintomas como de uma gripe, mas depois fui sentindo muitas pontadas na barriga, sentia mal estar e suava demais. Desmaiei em casa e fui socorrida pelo meu marido e meu filho”, relembra.

Vanda conta que um dia antes de se sentir mal o filho já havia ido ao médico e recebido o diagnóstico de dengue “No outro dia fiquei internada no hospital preocupada com ele doente em casa”, conta.

Segundo Vanda da Silva, esta não é a primeira vez que teve a infecção ”Tive dengue há mais ou menos dez anos e neste período meu marido também teve dengue. Todos têm que se conscientizar e não deixar água parada, tenho medo de ter dengue novamente. Sempre fui cuidadosa, mas os cuidados na eliminação dos focos redobraram”, conta.

CAMPANHA

‘Dengue. Se você agir podemos evitar’. Esta é a campanha deste ano que pretende mobilizar o país contra a doença. De acordo com o site do Ministério da Saúde foi realizada em agosto uma pesquisa nas cidades de Belo Horizonte, Foz do Iguaçu, Brasília, Rio de Janeiro, Rio Branco e Recife com homens e mulheres de 25 a 45 anos que trabalham em diversos setores, exceto os trabalhadores da área de saneamento e saúde. A pesquisa teve como resultado que os adultos entre 25 a 35 anos se preocupam menos com a doença. Os brasileiros entrevistados consideram importante estarem inseridos na luta contra os focos do mosquito e reconhecem o empenho do governo no combate a doença. E eles esperam que a campanha veiculada na mídia seja mais impactante, mostrando dados estatísticos de mortalidade e com participação mais ativa da sociedade.

PARA COMBATER A DENGUE